Saturday, February 27, 2016

uma ajuda


Vi uma moçoila, sorriso largo, linda como sol a sair do Castelo de Celorico, sorriu para mim e cumprimentou-me:
- "Buenos dias, con su permiso"...
Alguém sabe-me dizer de quem é o Castelo? Tinha a ideia que era do Estado!
O Castelo poderá ser propriedade da família dela?! O que faz dela uma princesa!!!!

22 Comments:

At 9:03 PM, Blogger MARILENE said...

A princesa, com sorriso que encanta, pode assim ser chamada, independente de morar em um castelo. Fazem parte da "realeza" as pessoas educadas, receptivas, que despertam bons sentimentos. Abraço.

 
At 8:47 PM, Blogger Teté said...

Não,não faz dela princesa, que a nobreza é muito picuinhas com essas coisas de títulos. Quanto ao Castelo, não fazia ideia que tinha dono...:)

Beijocas

 
At 9:17 AM, Blogger Fá menor said...

Uma princesa, sem dúvida... mas não sei ajudar :)

Bjs

 
At 3:45 PM, Blogger Graça Pires said...

Ela é com certeza uma princesa mesmo sem castelo... Gostei.
Um beijo.

 
At 5:37 PM, Blogger Salamandra said...

Mixtu, qué gusto saber de tí de nueva cuenta.

Lindo que sigamos activos en blogger.

Yo espero no descuidar mi blog y seguir subiendo textos.

Saludos desde México.

 
At 5:38 PM, Blogger Salamandra said...

Algo pasa que no aparece mi comentario, quizá es error de la página. Saluditos.

 
At 12:31 PM, Blogger Boop said...

passaste por mim foi?
Podias ao menos ter-te identificado pá!

 
At 12:44 PM, Blogger Ilvia Oliveira said...

Uma princesa, com toda certeza!

 
At 6:01 PM, Blogger © Piedade Araújo Sol said...

um princesa sem trono, mas uma princesa.
podes sempre questionar a princesa sobre de quem é o dono do castelo.
beijo
;)

 
At 3:09 PM, Blogger Lourisvaldo Santana said...

Princesa por natureza. O castelo é só um detalhe.



http://pontosdefe.blogspot.com/

 
At 4:22 PM, Blogger mム尺goん said...

Talvez ensine sobre a beleza dos começos....


abç

 
At 11:52 PM, Blogger rosa-branca said...

Olá amigo, perdoa a minha falta, mas a vida por vezes nos deixa desarmados. Vou agora voltando aos poucos. Para se ser princesa não precisa de ter castelo e que bom é sê-lo. Talvez fosse uma visão. Beijos com carinho

 
At 5:24 PM, Blogger São said...

Cá para mim, é uma moura encantada ...daquelas presas numa pedra à espera do jovem corajoso que a liberte


Abraços

 
At 5:27 PM, Blogger São said...

Não é uma princesa , mas sim uma moura encantada.

Será quem entrou o comentário?

 
At 2:32 AM, Blogger manuela barroso said...

Fosse ou não , nesse preciso momento ficou princesa . O belo da bela adormecida !
Bji

 
At 5:07 PM, Blogger rendadebilros said...

As princesas actualmente não moram nos castelos. Só os visitam, incógnitas. Só são descobertas se encontram um príncipe!Abraços.

 
At 5:09 PM, Blogger rendadebilros said...

Bom fim-de-semana, bons textos e fotos e bons passeios!

 
At 9:24 AM, Blogger Jaime Portela said...

Pensei que pudesse ser uma filha do nosso Rei D. Duarte Nuno Pio de Bragança...
Fui investigar (vais ter que pagar...) e descobri que:
A primitiva ocupação humana de seu sítio é obscura, admitindo-se que remonte a um castro pré-histórico. De acordo com uma lenda, a povoação teria sido fundada por Brigo, quarto rei da Hispânia, em 1091 a.C.. Outros autores, como Pinho Leal (1872) admitem a sua fundação pelos Túrdulos, por volta de 500 a.C., quando se denominava Celióbriga.
Acredita-se que a sua fortificação remonte à época romana, com base em uma inscrição latina encontrada em 1635, de paradeiro atualmente desconhecido. São referidos os nomes dos capitães romanos Nigro, Sérvio e Junio, à época do imperador César Augusto (27 a.C.-14 d.C.).
A lenda de Fernão Rodrigues Pacheco
Após a deposição de D. Sancho II (1209-1248) em 1245, sendo o governo do reino confiado ao seu irmão, o infante D. Afonso, refugiou-se o primeiro em Toledo, no reino de Castela. Reza a lenda que Fernão Rodrigues Pacheco, alcaide do Castelo de Celorico da Beira, fiel a D. Sancho II, a quem prestara menagem, recusou-se a entregá-lo ao regente, mesmo suportando um longo cerco (1246). Quando na praça já começava a sentir-se a fome, o alcaide, inabalável, pedia aos Céus uma solução que não implicasse no desdouro de sua honra. Neste momento, percebeu nos ares uma águia trazendo nas garras uma truta, apanhada no rio Mondego. Ao esvoaçar por sobre o castelo, deixou sua presa cair, o que sugeriu ao alcaide um estratagema: mandou fazer pão com a sua última farinha e cozinhar a truta, enviando-os como um presente ao príncipe-regente, com a mensagem de que, se por fome o esperava tomar, que visse se os homens que daquela vianda eram bem abastecidos, se teriam razão de entregar-lhe, contra as suas honras, o castelo. (in: Rui de Pina. Crónica de D. Sancho II). Impressionado, o príncipe levantou o cerco, tendo o castelo mantido a sua menagem até o falecimento de D. Sancho II. O feito é recordado no brasão de armas de Celorico da Beira, exaltando a lealdade, o valor e astúcia da vila.
Resumindo, não sei quem seria a cachopa...
Um abraço.

 
At 12:33 PM, Blogger AC said...

De vez em quando deparamos com uma ou outra princesa. E a vida torna-se mais sorridente. :)

Abraço

 
At 11:23 PM, Blogger greentea said...

o castelo e as terras de Celorico foram doados aos monges de Cister; a princesa lá saberá as suas origens

 
At 12:44 PM, Blogger Ana Tapadas said...

Princesa encantada, porventura...dona de tempos passados.

Beijinho

 
At 4:43 PM, Blogger Rafeiro Perfumado said...

Reparaste se levava a chave atada à cintura?

 

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